POEMA- O jardim que me criou
O poema compara o amor de mãe às flores. Homenagem à Mãe Amor-Perfeito que descansa com Nossa Senhora Aparecida.

O JARDIM QUE ME CRIOU
Se Deus é o Criador, fonte de toda luz,
As mães, cocriadoras, seguem a cruz.
‘Mãe’ é palavra de poder e decisão:
Pode gerar vida ou quebrantar o coração.
Mãe Jasmim, de pureza e espiritualidade,
Com leveza e beleza, em sua totalidade.
Violetas, humildes, modestas, suaves,
Guardam a alma com gestos amáveis.
Mães Orquídeas azuis, raras, elegantes,
Simbolizam respeito em gestos constantes.
Mães Lótus, do Oriente, resilientes,
Superam o mundo, serenas e crentes.
Mães Lavandas que acalmam, harmonizam, curam,
Em momentos diários, as dores depuram.
Girassóis, com lealdade e admiração,
Mesmo em erro, ilumina o coração.
Rosas vermelhas, amarelas, azuis ou lilás,
Botões ou abertas toda mãe é paz.
Morena, negra, branca ou amarelas,
Despetalando ou colorindo como aquarela,
Todas são mães, reflexo do criador.
De um Deus apaixonado, se doando por amor
Cocriadoras com amor que conduz.
Colecionando alegrias e tristezas, carregando a cruz.
Mãe Amor-perfeito, ao entardecer, memórias de você
Entre todas as flores que admirei.
Foste tu mãezinha, flor sem igual,
Na glória repousa, com a Mãe celestial.
Poema publicado no jornalrol.com.br/
Marilza Santos
Homenagem à Zélia Alvarenga Teixeira (mãe da autora Marilza Santos)
Marilza Alvarenga Teixeira Santos
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